segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Dual Core


Parte da carne que me atrai, toma-me os afetos, afunda-me no mar da perdição. Há dor que soa como afago!
Que meu corpo sofra enquanto minha mente luta para estar em paz.
Meu maior pesar é não ter amor nestas coisas, cada dia mais longe do que procuro.


Não sei o que estou fazendo!


A mão que me afaga é a mesma que ajuda no suicídio, tenho medo de sofrer mas é com certo prazer que sofro. Sinto me perder quando o que quero é afeto.
Pecado? Sim. Mas gosto da virilidade masculina, do corpo que é diferente do meu!
E que fabula é isso quando perco o controle de mim sentindo seu pulso, como gosto de agrada lo quando a consciência me escapa.


Não sou poetiza!
Mas eis o que sinto:
Dualidade!


O glorioso e o mordaz misturados comprimidos dentro de mim.

Um comentário:

  1. Aos poucos vai se ver una, única e inteira. Perfeitamente completa e preenchida.
    Está no melhor dos caminhos, com a melhor companhia. Cada dia mais orgulho-me do seus progressos.
    Beijos minha cadelinha

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