quinta-feira, 28 de outubro de 2010

For Halloween final

OUIJA
O Tabuleiro Ouija ou Tábua Ouija é qualquer superfície plana com letras, números ou outros símbolos em que se coloca um indicador móvel, utilizada supostamente para comunicação com espíritos. Os participantes colocam os dedos sobre o indicador que então se move pelo tabuleiro para responder perguntas e enviar mensagens. Na verdade, há um jogo de tabuleiro registrado no Departamento de Comércio estadounidense com o nome de Ouija, mas a designação passou a servir a qualquer tabuleiro que se utiliza da mesma idéia.

No Brasil, há uma variante conhecida como a brincadeira do copo ou o jogo do copo, em que um copo faz as vezes do indicador para as respostas. Existem também apoios para a utilização de lápis durante as sessões.

Coloquei este depoimento porque o achei divertido, especialmente pelo amigo Ashtaroth, imaginei se os espiritos conheciam a Blizard...

Terça-feira 27/06/2006 4:30:51pm
tHaLeSmAcK, 15 anos

Faz uns 20 dias que eu imprimi um tabuleiro Ouija que tinha no Google...
Pois eu não encontrava um para comprar.
Eu axava que o copo encima e folhas de papel era ruim pros espíritos se comunicarem.
Mas quando eu resolvi tentar, é claro, perguntei se havia alguém lá e tudo mais...
O bizarro foi que eu não estava ainda com o dedo SOBRE o copo, ele simplesmente foi, e eu fiquei com medo de deixar ele ir sozinho e coloquei o dedo quando ele estva em movimento.
Demorou mais ou menos 3 minutos, e ele então chegou ao SIM.
Eu fiquei nervoso.
Não sabia o que fazia.
Daí eu perguntei quem era e o dito cujo respondeu Marilius num sei das quantas...
Ele disse que vinha acompahado de Ashtaroth...
Bom, eu não sei quem é Ashtaroth, mas enfim... Eu perguntei várias coisas bobas, como quando ele morreu, se ele gostou de falar comigo, eu até achei ele simpáticozinho, conversei bastante, foi como se eu o conhecesse à muito tempo e estivesse reencontrando ele.
Nossa, a pior parte não é essa.
Na hora que eu devia sair pra uma festa, eu perguntei se podia sair, mas nada do cara deixar eu sair.
Eu perguntava porque, e ele dizia que queria conversar mais.
Daí eu falei:
Mas eu tenho uma festa pra ir!
E ele respondia:
Tá, mas ainda faltam 45 minutos.
E eu olhava pro relógio e realmente faltava 45 minutos.
Eu fiquei 15 minutos anotando tudo que ele dizia num bloquinho de papel.
Foram os 15 miutos mais longos e aterrorizantes que já passei.
Ele falava que se eu tirasse o dedo dali, eu não ia nem ter tempo de respirar... E que eu iria me arrepender se fizesse isso.
Resultado: Eu cheguei atrasadérrimo na festa... =/

Mas isso aí é fichinha perto do que acontece até hoje.
Eu ainda tenho uns sonhos onde eu estou brincando da brincadeira do copo, daí vem uma luz vermelha da janela, eu boto a cabeça pra fora e me vejo todo espatifado no chão, lá de baixo.



Quer brincar?

sábado, 23 de outubro de 2010

For Halloween 2


O Holandês Voador

Fokke o capitão, que comandava o navio, sempre fora um homem rude e perverso.Que castigava impiedosamente seus marinheiros.

Em uma de suas viagens, ao dobrar o Cabo Horn , uma tempestade o impedia de prosseguir, muitos o advertiram e tentaram impedir de prosseguir viajem.
Muitos foram os argumentos mas o capitão afirmava que prosseguiria a todo custo.
A ordem de navegar foi dada com firmeza e os marinheiros, retornaram ao trabalho.

O capitão de um dos navios vizinhos, perguntou espantado:
_ Vais partir?
_ Estou partindo! Vociferou o capitão a todo pulmão.
_ Não ouves os sinos?
_ Estou Partindo!
_ E não ouve o furacão?!
_ Estou partindo, vociferou novamente.

O outro capitão então disse com um certo pesar :
_ Lamentarás por isso homem e não verás nenhum porto.

_ não verei mais nenhum porto! Fokke gargalhou com a arrogancia estampada em si.
Não tente me intimidar, ainda que tivesse que velejar para sempre. Estou partindo!

Havia um silencio mortal no convés, os marinheiros nao cantavam nem murmuravam coisa alguma,estavam todos ajoelhados no convés so se ouvia o sibilar da tempestade no cordame, o trepidar das velas e os sinos da igreja, na proa do navio havia um anjo, o Capitão vociferou desta vez contra os céus e ordenou que o anjo deixasse o navio, não sendo obecido, disparou sua pistola contra o anjo, a bala ricocheteou e atingiu o braço do capitão, quando o anjo em fim desapareceu.
Silenciosamente eles recolheram a âncora, e esperaram pela voz de comando do capitão. Porém, não veio nenhum comando. O capitão estava de pé na ponte e não se movia mais. Ele olhou para o propio reflexo nas aguas. Os marinheiros também não se moveram.
A tempestade assobiou pelo cordame, os sinos tocaram... e as velas ondularam... contra o vento! As pessoas que estavam no cais ficaram inquietas. Algo que ninguém podia compreender havia aconteacido. As velas do navio se inflaram, e o navio atirou-se contra o vento do porto. O capitão não se moveu. Nem os marinheiros. Mas, como aquilo era possível? Era um milagre? Os sinos repicavam. E, não obstante, o navio arrancava?
Aquela só podia ser a viagem dos mortos. Era um sacrilégio!
Fez-se silêncio no cais. Os sinos tocaram, a tempestade gritou. O navio atirou-se contra o mar. Um grande pássaro preto voou em torno do mastro.
Mas o que estava acontecendo? Era como se as velas ardessem ao sol.
E não havia nenhum sol! Teria o navio pegado fogo? Mas, não havia nenhuma chama e nenhuma fumaça! Entretanto, as velas cintilavam sangue-vermelho, enquanto a carcaça do navio se enegrecia.
Parecia um navio fantasma. Deus o havia condenado. Então, o povo tremeu e todos correram em direção à igreja para rezar. O navio não foi visto mais em nenhum porto. Nem a companhia de navios, nem os familiares dos marinheiros receberam qualquer mensagem, e todos assumiram que o navio havia se partido em dois.

Porém, depois de muitos anos, aconteceu que um navio velejava pacificamente, perto do Cabo , quando, de repente, um outro navio emergiu a sua frente, com suas velas cintilantes de sangue e a carcaça tingida de preto. O velho marinheiro que o viu primeiro ficou arrepiado e gritou ruidosamente ao navio que se dirigia contra o vento. Seu grito de nada valeu! Não havia nenhuma alma viva a bordo. Somente um grande pássaro preto voava ao redor do mastro.
O marinho se dirigiu aos demais tripulantes da embarcação dizendo , ter visto um navio fantasma, mas ninguem o acreditou o comandante apenas ordenou que todos retornassem a seus postos. no dia seguinte, uma tempestade de vento lançou o navio contra as pedras, onde ele se partiu em dois. O marinheiro velho que tinha visto o navio fantasma foi o único que ficou vivo em terra, e foi o primeiro a contar sobre o "holandês voador".

Na noite do dia 11 de julho de 1881, perto da Costa de Melbourne na Austrália, os vigias do castelo de proa do HMS Inconstant anunciaram a aproximação de um barco a bombordo. Todos os 13 tripulantes, dentre eles os Oficiais foram até às amuradas para ver o recém-chegado. De acordo com os diários de bordo de dois aspirantes reais que estavam a bordo, o príncipe George (depois Rei George V) da Inglaterra e seu irmão, príncipe Albert Victor, emanava do barco uma "estranha luminosidade vermelha como a de um navio fantasma todo iluminado". Seus "mastros, vergas e velas sobressaíam nitidamente". Todavia, instantes depois, "não havia nenhum vestígio de algum barco de verdade".As testemunhas achavam que haviam visto o Holandês Voador, os marinheiros dizem que um encontro com o Holandês Voador é um prenúncio de desastre.
Os diários dos membros da família real registram que mais tarde, naquela mesma manhã, um desventurado vigia caiu da trave do mastro principal e ficou "inteiramente despedaçado". E, ao chegar ao porto de destino, o Almirante do barco foi acometido de uma doença fatal. Mera coincidência ou será a Maldição do Holandês Voador?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

For Hallowee 1


Sim

Autor: Fernando Ferric


Na rua deserta e umedecida pela fina garoa que caía, caminhava a passos largos o homem franzino conhecido como T. Sua pressa tinha um único motivo, não queria perder de forma alguma o jogo do Knicks, torcedor fanático que era. Fez o serviço com a destreza habitual já conhecida por seus clientes que o contratavam a peso de ouro, pagamento adiantado como de praxe, problema algum para quem escolhia um homem com tanto respeito no submundo.

No caminho gabava-se de quão bom era, a encomenda fora mais fácil que pensava. Não havia motivo para tanta preparação para apagar Andy Baley, um burguesinho de merda metido em dívida de drogas. É claro que a coleta que tinha com as prostitutas de luxo facilitava, conseguia informações valiosas, e suas vítimas eram pegas por seguir sempre o mesmo roteiro: jogar nos cassinos, se entupir de drogas e depois trepar com algumas garotas em um hotel qualquer. Riu, ao lembrar-se do idiota se borrando todo, com a 45 enfiada até o talo na garganta. E a arma ainda quente, lhe aquecia confortavelmente a perna.

Ao quebrar o primeiro quarteirão, deparou-se com alguns mendigos amontoados no beco, tentando vencer o frio com uma pequena fogueira. Passou sem ser molestado, o povo da rua conhece o perigo de longe, fareja a morte iminente como um cão ao seu alimento.

Mas antes que pudesse deixar para trás o cheiro fétido e nauseante do local, teve seu braço segurado. Os dedos coçaram para sacar sua arma, mas se conteve e apenas com um movimento brusco puxou aquele que o abordara ao encontro dos punhos.

Seus músculos relaxaram ao ver que era apenas uma velha, imunda e maltrapilha.

- Não tem esmola hoje!

- Na-Não quero esmolas moço. – disse a mulher pressionada no paredão gelado. – Quero apenas lhe dar um recado que o vento me trás.

Ele riu. – Velha louca! Então conversa com o vento? Não seja tola! Hoje poderia ter sido seu último dia de vida.

- Apenas escute a mensagem, moço.

- Além de louca é burra? Não vê que ainda respira por pura benevolência minha? Tua sorte é que hoje estou sem tempo. Vá! Volte para o esgoto de onde veio. – disse ele batendo a cabeça dela contra a parede.

A mulher, atordoada, saiu do caminho, mas antes que ele sumisse de vista, gritou:

- Sim! Sim!

A vontade dele era voltar e descarregar sua arma na cabeça da maldita mulher. Mas já era tarde e não podia perder o jogo. Seguiu para o metrô, que naquela altura estava completamente vazio. Sentou-se confortavelmente encostado na janela, duas estações e estaria enfim a poucos metros do bar onde freqüentava. Na parada da primeira estação entrou uma criança e sentou-se ao seu lado, T. estranhou ao ver o menino, o qual julgou ter no máximo dez anos, sozinho.

- Garoto, não está fugindo de casa, está?

O menino, branco como leite e trajado com um terno mal costurado, sequer olhou para ele.

- Muito bem! Sua mãe deve ter lhe ensinado para não dar conversa a estranhos.

Notando que o garoto não estava mesmo querendo papo, ou sofria de algum problema auditivo, virou-se para a janela. Sentiu um calafrio lhe percorrer a espinha, ao perceber que não havia no reflexo do vidro o pequeno companheiro de assento. Virou-se novamente para o menino e este com os olhos negros como a noite, berrou de forma descomunal.

- SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!

Quase saltou do banco, e praguejou ao ver que estava sozinho no vagão. - Mas o menino, o menino... Foi tão real. Só podia ter cochilado... Mas fora tão real e tão... tão... assustador! Definitivamente aquela noite lhe parecia estranha. Queria chegar logo ao seu destino.

Na saída do metrô, suas pernas ainda tremiam. – Porra, era só um garoto! Era só uma merda de pesadelo. Bruxa filha da puta, devia ter quebrado-lhe os dentes. Não! Não! Devia ter-lhe rachado a cabeça.

No bar, enfim sentiu-se em casa, lá havia rostos familiares, por mais que T. fosse reservado, ali se soltava e trocava até algumas palavras com o balconista. Após o cumprimento amigável, foi servido com o velho Black Label de todas as noites, o gole desceu suave, seguido por um demorado trago no cigarro. E na tevê postada em um suporte no canto do bar, os Knicks entravam em quadra. Era um jogo decisivo, poderia levar seu time à tão sonhada decisão se passasse pelo Suns. Ele ficou tão preso ao jogo que pouco reparou (e foi o único no recinto que fizera isso) na loira de quase dois metros que adentrou no bar, trajando um tomara-que-caia preto. Mas essa não tirava os olhos dele, e com um gesto chamou o atendente do bar; este, após atendê-la, voltou ao balcão e sussurrou no ouvido de T:

- Amigo, desculpe atrapalhar, mas creio que seja por um ótimo motivo, aquela loira maravilhosa que está sentada ali no canto, pediu que lhe entregasse este bilhete.

Ele pegou o bilhete, e apenas sorriu discretamente. Tomou o resto do uísque que havia em seu copo, e o abriu. Dessa vez o gole pareceu travar na garganta tamanha a surpresa da mensagem. Em escrita bem consolidada apenas três letras recheavam o pequeno papel: SIM.

T. virou-se para a mulher, e ela retribuiu com um largo sorriso. Intrigado, levantou e foi em sua direção, mas fora atrapalhado por alguns jovens que se amontoavam para ver o jogo. E nesse piscar de olhos a perdeu de vista. Olhou apressadamente por toda a parte, e mesmo os olhos treinados de um assassino frio e cruel não puderam localizá-la. Ela havia partido, e agora ele não estava delirando, se é que em algum momento estivera. O pequeno bilhete ainda estava em sua mão.

Sentiu-se parte de uma brincadeira piegas, ou será... Será que alguém notou o seu pequeno serviço noturno? Estava confuso. E aquela situação atiçou seu nervosismo de tal modo, que fora meio que “sem prestar atenção em nada” para o banheiro. (Mantenha o controle. Mantenha o controle. Ninguém pode detê-lo. Você é o melhor no que faz. O melhor!)

O pequeno banheiro do Massive’s Night, não era diferente dos banheiros de bares de qualquer subúrbio. A luz fosca amarelada dava um ar ainda mais sujo ao lugar, o cheiro de urina velha, misturada com um desinfetante barato qualquer, ardia nas narinas de qualquer um que ali adentrasse.

Abriu sua calça e aliviou-se naquele mictório mal-cheiroso. Antes de lavar as mãos, retirou algumas folhas de papel toalha para cobrir sua mão. Não queria se contaminar com bactérias vindas de “paus sebosos”. Abriu a torneira e encheu as mãos, lavando em seguida o rosto, repetiu isso por duas vezes, e com os olhos fechados tateou o porta-toalhas. Enxugou o rosto com o papel, e quando abriu os olhos não viu apenas sua imagem. Além do seu reflexo, havia no espelho, escrito a dedo no vidro pouco embaçado, a palavra SIM. Passou as mãos sob a cabeça raspada, para enxugar as pequenas gotas repousadas, meteu a trava na porta e sacou sua pistola, antes de conferir se havia mais alguém ali.

(Vocês não vão me pegar! Não vão! Estouro seus miolos antes que respirem, antes mesmo que possam piscar)

Guardou sua arma novamente e saiu do banheiro. Desconfiando de todos que ali estavam, pagou sua conta, deu uma pequena conferida no jogo e saiu apressadamente. Sua cabeça estava a mil com tudo aquilo, e ele só queria ir para casa.

Em sua mente uma voz estranha começou a sussurrar:

SIM! SIM! SIM! SIM!

Ele, no desespero, começou a andar mais e mais rápido, e aquela voz martelava em sua mente, em um ritmo cada vez maior. Ao passar em frente a uma loja de eletrônicos, teve a impressão de ver em todas as telas a mesma mensagem.

Com o susto atravessou a avenida, e distraído não percebeu o Maverick azul que dobrara a esquina em alta velocidade, seu corpo fora atirado com brutalidade e seu sangue coloria de vermelho a calçada cinzenta.

Estava consciente e sentia que não ia escapar com vida dali, pensou na ironia do destino, morrer de uma forma tão banal, pois, para um matador de aluguel como ele, morrer assim era quase uma humilhação.

Quem o atropelou nem sequer parou para prestar socorro, e ele ficou ali, estirado por um longo tempo, sentindo a morte chegar lentamente.

Tempo suficiente para ver sua vida passar como um filme, desde a infância até aquela noite, quando após subornar o zelador do hotel, entrou no quarto 105, e encontrou seu alvo completamente distraído na banheira, ele aguardava sua acompanhante. Mas mal sabia que essa, além de não aparecer havia lhe entregado para seu executor.

- Serviço de quarto... – disse T. apontando a arma para Baley

- Q-Quem é você?

- Você deixou alguém muito, mas muito aborrecido garoto.

- Mas..

- CALE A BOCA! CALE A MALDITA A BOCA, OK?

(silêncio)

- Isso, assim está bem melhor rapaz. Agora onde eu estava? Ah sim! Você deixou alguém muito aborrecido, e essa pessoa me pediu que viesse dizer isso a você. Mas, sabe como é, não sou muito bom com as palavras.

- Na-Não pelo amor de d...

- CALE-SE! – enfiando a arma na boca do rapaz – Não sou bom com as palavras, e vou resolver do meu jeito. Vou mandar você para o inferno. Quando chegar lá, pergunte ao diabo se tem um lugar para mim...

Nas ruas, as pessoas começavam a chegar aos montes, gritando, se abraçando. Os fogos coloriam o céu. O Knicks havia vencido. Mas para T. isso não faria diferença... Era o fim da linha para ele. E a mensagem tão repetida naquela noite agora fazia sentido.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Happy boo for you



Está chegando a data mais farofada do nosso calendário. O halloween, uma data que definitivamente perdeu o sentido a muito tempo, mas que nossa cultura misturada, ou o simples desejo de mais uma festa anual nos leva a comemorar, não vou contar historia de como surgiu a festa, (se alguem se interessar http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas).
resolvi fazer um combo de historinhas de terror pra comemorar ^ ^.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Barroco


Pareces um anjo barroco
com os cabelos em cacho
e largo sorriso no rosto

e em um dia sem grandes desejos
colidio com sua virtual existencia
e ela afetou a minha existencia real

Hoje o peito me aperta
e ansia do não sufoca me o peito
e resisto com dor e meio sem jeito

de tombar eu não ei
aqui não há tempo para cair
é preciso estar de pé
para nao afundar

para nao chafurdar