domingo, 27 de fevereiro de 2011

Era para ser um comentário


Isso devia ser o comentário de um poste mas acabou tornando se meu post... LOL

O que eu ia comentar dizia da evasão de animais, mais especificamente pássaros para os grandes centros urbanos, e de como o homem tem sido responsável por tal, devido a grande destruição de habitat e da dominação humana sobre a natureza desde tempos imemoriáveis, haviam alguns comentários no post, alguns elogiando outros o dizendo ingênuo, e eu como não vivo sem uma boa critica escrevi esse post/comentário, que não sei se é um elogio ou uma critica, deixo essa decisão a cabo do autor do texto que me inspirou.

Não penso tratar se de ingenuidade, nem de câncer, mas de falta de bom senso, o dito civilizado é necessário para nós, mas encaramos o dito selvagem como algo feio, que nos leva talvez inconscientemente a buscar sua destruição. Meu caro não achei teu texto absurdo mas também não digno de louvor, são seus sentimentos talvez e merecem credito.

Mas precisamos pensar até que ponto fazemos parte disso? Para que possamos mudar nossas atitudes. Sempre que criticamos algo temos o péssimo ato de nos excluir do todo, e nos fazemos parte da sociedade, consumimos as carnes da pecuária , os vegetais da lavoura entre outros produtos que invadem a natureza, e nos preocupamos em saber se algum deles foi produzido de forma sustentável? Ou ao menos atendendo o mínimo da legislação ambiental? A verdade de muitos é Não, e a minha própria na maioria das vezes é não.

Acho que é uma grande oportunidade para pensar, sempre desacreditamos daquela celebre frase: “ se cada um fizer sua parte”, e me pergunto, lhes pergunto, não somos parte do todo? Então porque desacreditamos de nossa parte? Um pessimismo congênito que atinge todas as partes de nossa população é a experimentação desse século, e tlavéz o câncer que tanto se fala seja nossa descrença.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Yesterday


O alvorecer me foi ansioso como a vespera da batalha
desejava estar contigo, mas disposta a assumir o que nos fosse melhor
desafiei meu impeto na tentativa de descançar
livre da ligeira agonia
desisti

Me ocupei com outras coisas
e despertei de meu torpor induzido
com o toque frenetico do "teatre of tragedy"
era a insegurança que me atingia no peito

Senti me insistente
quase desistente
mas fui

e não poderia ter feito melhor escolha
estive onde devia estar
e mais onde queria, como queria e com quem queria
e eis a mais gratificante de todas as coisas.