sábado, 9 de junho de 2012

Visita.


Tudo estava cinza e o céu parecia querer desabar sobre nossas cabeças, ela sabia que ele com certeza se encerraria nas trevas com som de guitarras, e então bateu aporta, e viu duas safiras que não brilhavam surgirem no apartamento negro e sem moveis, entrou sentou se no chão observando as roupas em pregos nas paredes, uma bicicleta na sala, no quarto uma maquina de escrever e um colchão.

Ele sorriu percebendo a estranheza e falou de sua solidão, sim ela agradeceu por não terem se unido quando houve o desejo, mas estendeu lhe o guarda – chuva negro, como tudo o que ele tinha, e saíram na chuva.

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